Ela me vê pela primeira vez. Quero acreditar que o que sinto é de tal veracidade que o transmito através de minhas pupilas. Meus olhos não são apenas um órgão. Meus olhos: um portal capaz de transmitir meus pensamentos mais libidinosos e impronunciáveis que ela jamais julgou existir. Que ela jamais almejou possuir; é por isso que ela os encara. Os encara mais do que qualquer outra criatura humana no recinto.Míseros segundos de puro significado, de pura introspecção correlacionada.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
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